A transição capilar vai muito além de deixar a química de lado. Ela é um processo de reconexão com quem você é, com sua história e com a sua beleza natural.

Durante esse período, o cabelo cresce em duas texturas e, junto com ele, nasce um novo olhar sobre si mesma. A raiz natural traz memória, força e identidade. Não é apenas cabelo mudando, é autoestima sendo reconstruída.
A transição ensina paciência, respeito ao tempo e mais gentileza com o espelho. Aos poucos, a comparação perde espaço e o autocuidado ganha sentido. Cada fio natural que cresce é uma escolha por liberdade e verdade.
Não existe certo ou errado nesse processo. Existe o seu tempo.
E ele merece ser vivido com leveza, carinho e amor próprio.

Inclusive escrevi um poema sobre este momento:
Um fio puxa a memória.
Outro chama a coragem.
E, sem perceber, a gente começa a voltar.
Voltar pra quem fomos antes de aprender a nos esconder.
Antes de alisar sonhos.
Antes de achar que beleza precisava doer.
Na raiz que cresce, mora a ancestralidade.
Mora a história de mulheres que vieram antes.
Mora a força que nunca se perdeu, só ficou adormecida.
Cada curva que nasce é um pedido de permissão.
Permissão pra ser quem se é.
Sem desculpa. Sem comparação. Sem medo.
O espelho deixa de ser juiz
e vira abraço.
A autoestima não chega gritando.
Ela vem baixinho.
No cuidado diário.
Na paciência.
No amor que aprende a ficar.
A transição ensina que beleza não é padrão.
É verdade.
É raiz.
É liberdade crescendo, fio por fio, dentro e fora da gente.
Neste vídeo tentei guiar um bate papo para nos aproximar mais.
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